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QUEM É VELHO E QUEM É NOVO? Abril 17, 2009

Posted by Renato Domingues in 3ª Ed. - Paulo Melo, BloGAV - A opinião do GAV, Estúdio GAV.
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Eis me aqui a exercitar uma das qualidades humanas mais preciosas nestes tantos anos que nos erguemos das 4 patas para 2 pés… assimilando aquilo que ouvi com minhas duas orelhas e processando neste processador antigo com capacidade de somente 10% que são meus neurônios. Diante de tudo que prestei atenção no bate papo com o Paulo Melo e o Gustavo Mini nesta noite de 16 de abril de 2009 tento entender um novo momento prestes a surgir para nós profissionais de veículos e já tão adiantado para esses caras. Conexões… conexões e pontos de contato da marca com os mais variados “público-alvos’ existentes na vida de um anunciante, ou de nós mesmos como seres e indivíduos que insistem em caminhar sobre esta terra cheia de crises.

 

Acabei esta frase e me lembrei do meu amigo Caco que vai me corrigir e me criticar por estar usando um português antigo. Costumo dizer a ele que sou antigo, mas ele vai me malhar de qualquer forma.

 

Voltando a esta noite e voltando às conexões. Fiquei admirado em ver a união do velho e do novo e de uma nova forma de pensar as relações de comunicação entre a necessidade mercadológica de um cliente e como ele pode se comunicar com o seu target. Nem sei se tal termo possa existir nesta nova forma de pensar a propaganda, mas deixamos isso para depois. Quando percebemos que podemos mudar e fazer as coisas que todos fazem da mesma forma de uma maneira diferente é inevitável que todos venham a desconfiar desta nova forma de pensar e agir. Fiquei me perguntando quem era velho e quem era o novo e até agora não consegui chegar a nenhuma conclusão sobre isso. E, sinceramente, não sei se este é o ponto principal.

 

Aliás, não vi o Nenê lá entre as 35 pessoas que foram realizar este bate papo. Também não vi outras pessoas que poderiam estar lá para pelo menos investigar o que a concorrência estava fazendo. Os tempos mudaram mesmo. Aaaahhhh… o convite foi enviado em cima da hora! Mas isso não é problema meu. Eu venho dizendo que nos dias de hoje temos muitas coisas para fazer e nos preocuparmos. Até mesmo aqueles que nos são caros e que nos esperam em casa às vezes… mas já falei disso em um outro texto. Não é hora para isso.

 

Voltando às conexões… Falamos em inovação, em novos processos, uma nova postura no mercado e acabamos vendo sempre o mesmo filme. O mundo publicitário e em todas as esferas e lugares, tem a triste mania de sugerir, recomendar ou aconselhar e jamais provar do seu próprio veneno. Somos os reis de uma forma metida e arrogante de dizer o que o cliente tem que fazer, mas não somos capazes de provarmos deste mesmo remédio. Quando vejo alguém fazendo algo diferente e propondo uma nova visão de negócio para aqueles que só buscam uma campanha, um filme, uma alternativa diferente de ser percebido, sou obrigado a vibrar como se fosse um gol do Inter em algum GRENAL que vi nesses últimos dias. É vibrante ver pessoas como eu, tu e todos fazendo algo diferente. Mas às vezes temos medo, receio ou chefe.

 

Inevitavelmente me pergunto: como terei que atuar daqui alguns poucos anos ali na frente? Daí volto a me perguntar sobre o velho e o novo e de quem é velho e de quem é novo no meio de tudo isso. Conclusão: não existe o velho e o novo! Existe sim a criatividade e a integridade de realizar aquilo que todos buscam fazer dentro daquelas frase lindas e bem feitas nas Missões de todas as empresas!

 

Estava com medo de levar um dono de agência e um dos seus principais criativos dentro deste novo momento que a empresa vive. Mas a cada minuto que pensava nisso, percebi eu que estava proporcionando um momento único de escutarmos, assimilarmos, analisarmos e aprendermos com este novo momento que esses profissionais vivem. Apercebo-me agora que não levei uma agência para bater papo com o mercado. Tenho claro que eu e as pessoas responsáveis pelo Grupo de Atendimento de Veículos proporcionaram um instante singular em nossas vidas e em nossas mentes para podermos parar e pensar em como vamos atender esta nova visão de ver as mídias como um todo e no resultado que o cliente busca nos dias de hoje.

 

Nós veículos, não podemos mais ser tão quadrados!

 

Nós veículos, não podemos mais ficar criando pacotes comerciais para nos livrarmos dos estoques de tempo, ou páginas de revistas e jornais, ou de fronts e outdoor…

 

Nós veículos, não podemos mais ser tão toscos e viciados em café e não levarmos algo de consistente para estas pessoas e da mesma forma, elas nos darem informações para trabalharmos.

 

E nós veículos, vamos falar com quem daqui alguns dias para poder criar oportunidades claras e rentáveis de negócio para nossos anunciantes?

 

Voltando às conexões… conectados estavam as 33 pessoas que estiveram nesta noite naquele bate papo rico. Diferenciação é para poucos! E hoje sei que passamos a criar um divisor no mercado. Os que querem se diferenciar e aqueles que por vários motivos pessoais irão continuar como estão.

 

Grato.

Paulo Trindade

Em meio ao mês de fevereiro de 2009… Fevereiro 17, 2009

Posted by Renato Domingues in BloGAV - A opinião do GAV.
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por Paulo Trindade.

Eis-me aqui, perdido no mês de fevereiro (por que sempre tenho que começar um texto c/ esta *p* do EIS?). Entre um paredão do Big Brother 15; mais um planeta não sei o que; Liquida Porto Alegre; reforma ortográfica; um campeonato de futebol regional que a gente já sabe o final; aquela maldita meta que tenho que buscar; chamadas de carnaval onde vejo aquelas deusas cariocas e as gordinhas gaúchas, sem falar em uma peluda que tive que ver. Fico, em meio ao mês de fevereiro, esperando uma notícia milagrosa que possa mudar o mundo da comunicação pelo Nenê! Haja saco com o mês de fevereiro!


Enquanto isso, todos os nossos decisores em férias…

E a crise? De novo este papo? No alto dos meus 40 anos tenho que ouvir, assistir, analisar e argumentar sobre a crise mundial. Já vi isto antes! Talvez, aquele menino que esteja acabando o primário no colégio Anchieta jamais tenha vivenciado tal terror psicológico! Mas pra cima de “muá”? Ah, não!!! Pára com isso!!!


Depois da farra do crédito mundial, as pessoas tentam se convencer que aquilo era real. Por quantas crises teremos que passar? Ver o Obama como o super herói afro descendente de qualquer *p* nenhuma é um saco!!! Neste mundo virtual em que as bolsas ganham o status de uma Louis Vuitton e/ou uma bolsa falsificada dos cangurus australianos, tenho que me convencer que todo este dinheiro desapareceu entre bytes e gigabytes em algum lugar dos nossos computadores… Menos, turma!

Desde que me conheço por gente… e, talvez várias pessoas desconfiem desta minha afirmação, eu conheço este cara chamado crise. A crise não é nada mais, nada menos que aquilo que tememos. As pessoas demitem em função de movimentos do mercado que são, no final das contas, controlados por nós mesmos. Muitas notícias aparecem daqui e dali chamando a atenção de todos para a pobreza do mundo contemporâneo. Pessoal, não sejamos tão ingênuos. Já vimos este filme antes e sabemos exatamente aquilo que temos que fazer. Trabalhar!

Pessoas discutem processos, novas formas de produtividade, cortes de despesas… Desde quando o trabalho humano é despesa para uma empresa? Gigantes mundiais, escondidos por de trás de suas supermarcas nos revelam a fragilidade do mundo intangível ou virtual da comunicação, da economia, do comportamento humano e agora não me venham com aquele papo de branding, mind, relacionamento, ou a “putasqueospariu”!!!

Chegou a hora de baixarmos a cabeça e trabalharmos. Sim, a fórmula é única. Todo mundo tem que comprar várias coisas para sobreviver. E, nós, temos que vender. Sim, para nós sobreviventes no mercado da comunicação, só nos cabe uma única missão: vender mais e melhor! Agora imagino o meu chefe sorrindo e achando que já consegui bater todas as metas do ano. Pára, chefe! Larga os relatórios e vamos embora encarar este mercado!

Pelo amor de Deus… que chegue o carnaval, termine o carnaval e que venha março. Vamos parar de curtir a praia nos finais de semana e partir para a guerra santa e boa do mercado publicitário. Tem gente precisando vender. Que nossos queridos e poderosos moços de marketing esqueçam a perfumaria! Que esses moços, pobres moços, só pensem em vender mais.

Temos muito trabalho pela frente. Que chegue o mês de março!

Chefe, não se preocupa com fevereiro. O mês de fevereiro são 28 dias mórbidos e cretinos que a gente busca em março, abril e maio, depois do coelhinho da Páscoa e do Dia das Mães. A gente já acreditou em liquidações relâmpagos para nos iludirmos que vendemos mais. Pode confiar, o teu número estará lá no final de dezembro. Eu prometo!


Agora, mãos à obra, turma de atendimento de veículos do Rio Grande do Sul. A gente vai salvar o mercado!

O GAV deseja a todos vocês um Feliz 2009 Dezembro 22, 2008

Posted by Renato Domingues in BloGAV - A opinião do GAV.
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Por que o GAV apoia o Paulo Melo? Novembro 5, 2008

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VEM AI UM VERÃO COLORIDO Outubro 7, 2008

Posted by Renato Domingues in BloGAV - A opinião do GAV.
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Escrito por Paola Dornelles (GAV RS/ Ed. Abril)

 

A 40ª edição da Francal, maior feira de calçados da América Latina, no início de julho, coincidiu com um dos melhores momentos da indústria calçadista nos últimos anos. Foram apresentadas ali as coleções para o melhor período de vendas do setor, a primavera-verão, que representa um acréscimo de 30% a 40% nos negócios dos fabricantes em comparação com o primeiro semestre do ano. Mais de 50 mil pessoas de 100 países prestigiaram os mais de mil expositores que fizeram uma das feiras mais coloridas dos últimos anos.

 

Prepare-se: junto com o calor, uma explosão de cores vai invadir os guarda-roupas no próximo verão. Os sapatos femininos prometem agradar todo mundo, desde aquelas que preferem os rosinhas e outros tons pastéis, passando pelos terrosos, como café, areia e bege, até o azul Bic, o verde e o roxo vibrantes. Para os homens, a tendência aponta para o cinza, branco, marrom e, para os mais ousados, até o azul, o vermelho e o amarelo. Nos pés dos pequeninos vão predominar muitos florais e brilhos, materiais metalizados e personagens de desenhos infantis.   

 

 

 

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Post por Renato Domingues

bloGAV – A opinião do GAV Julho 21, 2008

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